sexta-feira, 13 de junho de 2008

20ª Parte – O “Sistema Infernal” e os Reptilianos... (item 2) - Uma experiência Verídica



AVISO IMPORTANTE ao Amigo Leitor!

Para você entender perfeitamente o conteúdo e intenção deste blog, não leia matérias isoladas! Use 10 minutos do seu precioso tempo, diariamente, e inicie sua leitura pela mensagem “Aviso Importante aos Novos Leitores” (14/06/08) e depois vá para a “1ª Parte” aqui postada, seguindo continuamente os capítulos, pois eles possuem um encadeamento entre si que o levará a entender perfeitamente o processo da Terra, bem como toda a nossa existência sobre ela. Minha intenção não é a de criar “medos” em hipótese alguma, mas sim puramente a de mostrar “verdades escondidas”, porém com muito “Amor” pelo meu próximo!

Paz! Hipátia III



Uma experiência verídica:

(Obs: (1) as palavras entre aspas neste texto representam a expressão verbal do sujeito central da experiência. (2) não citarei nomes e nem locais por uma questão de ética, tendo em vista que este foi um atendimento profissional).

Menina de 10 anos, moradora de uma fazenda próxima a uma pequena cidade no interior do Brasil, ao vir da escola, cortava caminho em meio a um eucaliptal, quando avistou o aparecimento de uma “bola de luz” em meio às árvores. Desta “bola” saiu um ser assustador, com características de um grande “lagarto”, porém andando como um homem, ou seja, apoiado em duas pernas. Automaticamente, a garota ficou paralisada, não sabemos se por medo ou por indução hipnótica desse ser, o qual dirigiu-se ao encontro dela. Colocou suas “patas” (como se fossem mãos) – uma sobre o estômago e outra nas costas (na mesma direção do estômago) da menina, e dentre seus “dedos” saia uma fumaça ao mesmo tempo em que sua roupa era chamuscada, como se estivesse pegando fogo. Em seguida, o ser fez a mesma coisa, colocando suas “patas” sobre os dois ombros da menina, causando o mesmo efeito. Depois, com seus “grandes olhos vermelhos”, encarou-a e disse “mentalmente”: “Estamos aqui marcando nossos filhos, que serão em breve resgatados para o nosso mundo. Eles foram aqui colocados para aprender e se desenvolver espiritualmente. Não fale sobre isso com ninguém”. Afastou-se dela, entrou na “bola de luz” e se foi. Somente após, foi que a garota conseguiu se mover, e com certeza em choque, pôs-se a correr em disparada até sua casa. Em meio a prantos convulsivos, contou aos pais o acontecido. Tratava-se de uma família evangélica, morando numa espécie de comunidade, onde haviam, portanto, outras famílias na mesma fazenda. Reunindo várias pessoas da comunidade, os pais voltaram com a menina, em seguida, até o local do fato acontecido, levando cada qual uma bíblia. Lá chegando, passaram a orar o salmo 91, pois acreditavam que havia sido o “demônio” que havia atacado a garota. Nesse momento, um grito se escutou vindo da menina, ao mesmo tempo em que ela foi levantada e jogada a uns três metros de distancia. Muito assustados, todos resolveram correr para suas moradias, afastando dali com receio de novos acontecimentos. Tratava-se de uma cidade bem pequena, e o único médico foi imediatamente requisitado para atender a menor. Ao saber dos fatos ocorridos, ao mesmo tempo em que examinava a roupa chamuscada e o corpo da garota, este pode constatar o seguinte: no lugar em que foram assentadas as patas do ser, ficaram marcas de queimaduras leves, mostrando uma espécie de sinal semelhante a um ‘jogo da velha’ (Obs: assim como em nossa palma da mão existe um sinal de identificação da raça – igual a um ‘M’ – deduzimos que esse sinal semelhante ao ‘jogo da velha’ seria o que identifica a raça desse ser). O mesmo médico também constatou forte hematoma nas nádegas da garota, motivado pelo impacto ao ser jogada longe. Após transcrever calmante e antibiótico para impedir possíveis infecções, esse médico me procurou no dia seguinte, pois o estado da menina requeria um atendimento psicológico. Como se tratava de outra cidade que não era a que eu morava, após dois dias fui à casa da menina para atendê-la, tendo visto como verdade a roupa chamuscada, os sinais (similares ao ‘jogo da velha’) nas quatro partes do corpo e os hematomas nas nádegas, bem como o estado de choque em que a menor ainda se encontrava, com crises quase contínuas de choros convulsivos. Tudo isto foi devidamente constatado, além dos depoimentos dos familiares e amigos. Essa criança não conseguiu mais continuar a freqüentar as aulas, já que por ser uma cidade muito pequena, a noticia se espalhou e ela passou a ser discriminada como sendo a “filha do diabo”. Com isso, os pais acabaram mudando-se dali para outra cidade, motivo pelo qual acabei perdendo o contato, sendo que só atendi essa criança mais três vezes após a primeira visita.

Como disse acima, “fatos verídicos me foram apresentados de forma bem contundentes”, motivo pelo qual passei a dar credibilidade total à teoria dos Reptilianos.


Continuação deste tópico na 21ª Parte (item 3) do blog.


PAZ EM TODOS OS QUADRANTES!

Alto Paraíso, 03 de Junho de 2008

Hipátia III





2 comentários:

Samarah disse...

Querida Hipatia,
não pense em répteis,
mas pense em humanos com característicasrépteis: sangue frio, grande apetite, calculismo, eficiencia evolutiva, instinto aguçado e muito boa aparência.
pare de se iludir e veja as singularidades entre reptilianos e os sábios de zion, apenas pessoas tentando serem donas de tudo.
o cérebro reptile e comum a todo humano, mas apenas 1% podem ativar seu funcionamento através de autossomas específicos.
Esta indução ocorre por ativação externa e independe de nossa vontade, depende se temos atitudes, ética e moral suficientemente saudáveis para possuir tal função, que é apenas um prenúncio do próximo passo da evolução pos-mortem.
A morte corporal é o fim desta fase de vida; a próxima é uma consequencia lógica e nenhum pouco religiosa, acredite, para 1% da população a vida terá continuidade.
A experiencia no simulacro humano, tipo símeo, ou primata, não passa de uma fase necessária a revelação da integridade de nosso caráter, que é a principal caracteristica desejada pelo reino para o qual estamos destinados.

HIPÁTIA III disse...

Olá, Samarah!
Desculpe a demora para publicar seu comentário, mas são tantos e-mails que recebo que o seu ficou perdido em meio a eles...
Acho viável colocar comentários como o seu, pois cada qual tem de ter seu próprio modo de pensar... E as idéias de outros, na aceitação ou refutação, juntamente com nosso quadro interno de referencias, é que nos levam ao aprimoramento de nossas próprias idéias...
Muita Paz
Hipátia